Sabe?!
a verdade as vezes pode ser impossível para nossas mentes tacanhas,
Escolhemos de fato algo?
Sim. Por mais absurdas que são as circunstancias,
Há sempre impressões digitais,
Um estilo peculiar de cometer erros...
Somos sempre livres pra errar
Aprende-se também a lidar com a tristeza,
Hoje em uma estação de trem
Vi crianças pobres com rostos sofridos,
Elas têm alguma chance?
Mistério...
Meu dia amanhã é mistério,
Já não consigo entender meus sonhos,
Para quem se arrogava interprete,
Ele já não consegue ler os sonhos.
Ou mente a ponto de esconder de si as verdades da alma.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Confissões de um homem triste.
Bem.., sinceramente me acho um idiota e tonto,
como pudi fazer tantas coisas erradas!
Como as coisas acabaram assim,
sim eu sei fui o culpado,
não falo só pelo nosso 'problema",
mas por tudo o que se passa comigo,
sabe nunca me senti tão nada,
sabe sou um nada,
cometendo erros banais,
erros crassos,
Sei que vc não se importa mais,
e poderia ser diferente?
tantos anos de luta,
não sei nem como chegamos tão longe,
um absurdo!Sim foi um absurdo o que aconteceu...
Motivos, todos tolos,
Um homem ridículo.
De repente me vejo como um grande imbecil...
De repente percebo que sempre fui um tolo,
De repente me vejo no vazio...
Sim! não quero que vc retorne,
Eu não mereço nada,
Um dia.., um dia, ainda entendo...
Sou realmente um homem miserável.
como pudi fazer tantas coisas erradas!
Como as coisas acabaram assim,
sim eu sei fui o culpado,
não falo só pelo nosso 'problema",
mas por tudo o que se passa comigo,
sabe nunca me senti tão nada,
sabe sou um nada,
cometendo erros banais,
erros crassos,
Sei que vc não se importa mais,
e poderia ser diferente?
tantos anos de luta,
não sei nem como chegamos tão longe,
um absurdo!Sim foi um absurdo o que aconteceu...
Motivos, todos tolos,
Um homem ridículo.
De repente me vejo como um grande imbecil...
De repente percebo que sempre fui um tolo,
De repente me vejo no vazio...
Sim! não quero que vc retorne,
Eu não mereço nada,
Um dia.., um dia, ainda entendo...
Sou realmente um homem miserável.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Balada pra um dia feliz.
De ver minha geração se imbecilizando de tanto assistir televisão,
De ver todo mundo se ferrando comprando a roupa da moda,
De ver minha geração se violentando querendo as mesmas malditas coisas
De andar bêbado sozinho querendo uma mísera conversa inteligente
De sentir ódio e ver pessoas felizes segurando seus malditos celulares de um salário mínimo,
De querer ver todo mundo dançando em um terremoto provocado pelo Harrp,
Enquanto a televisão lhes prega mentiras sobre a Democracia norte Americana
Um tímido estudioso infeliz feio aperta o botão da máquina da morte,
Viva Nicolai Tesla disparando raios da morte contra o pólo norte!
De ver gente infeliz se alegrando por que têm mais que os outros,
mais poder, mais dinheiro, mais responsabilidades,
Enquanto isso anjos exterminadores marcam suas casas com um número,
E os condenados eram de todas as classes sem contar os amigos dos condenados,
todos sendo sacudidos indo direto pro inferno!
De ler jornal até ficar paranóico
De sentir o cheiro de churrasquinho de carne de gato, de cachorro, salivando fome e não ter dinheiro pra comprar,
De ver as nuvens bonachonas lindas suspensas em um céu azul
De caminhar quilômetros sem dinheiro, sem comida até ficar com bolhas nos pés
De fumar maconha, de beber cachaça até esquecer tudo isso
E então dormir esperando pelo prato de comida,
De comer carne e beber vinho ouvindo um cara falar um monte de bosta sobre os perigos da carne para saúde humana,
De querer lhe falar a minha verdade; Que o Diabo o carregue!
De entender porque se explodem caixas eletrônicos com dinamite barata,
De tentar fazer meditação porque não se consegue sexo,
De fazer exercícios físicos para superar os traumas devido a anos de masturbação para gostosas de filme pornô,
De ter que trepar rápido e em silêncio porque se têm horários para sair, e gente demais na casa..!
De estar de saco cheio das pessoas que te olham na rua,
De orar pra Deus cantando e dançando poesia feito louco implorando por esperança
De trabalhar que nem louco em uma coisa nova
Porque o bom mesmo é fazer coisas difíceis e novas partindo das ruins e velhas,
Não ter que vestir uniforme algum, poder trabalhar naquilo que se gosta
E tranqüilo de cima de uma montanha com os amigos contemplar esse mundo
Sem ter esperanças que ele mude sem violência,
Mundo que só quer fazer as pessoas competirem umas com as outras,
Mundo que violenta os cérebros para transformá-los em
Máquinas de ciúmes, medo, inveja e delírio
Poder contemplar o céu, e buscar com o olhar o paraíso perdido,
Dormir em paz para acordar feliz,
Não desejar nem ser rico mas ter condições para ajudar o pobre,
Desejar apenas vinho, poesias, pescaria e bom sexo debaixo de arvores floridas...
De ver todo mundo se ferrando comprando a roupa da moda,
De ver minha geração se violentando querendo as mesmas malditas coisas
De andar bêbado sozinho querendo uma mísera conversa inteligente
De sentir ódio e ver pessoas felizes segurando seus malditos celulares de um salário mínimo,
De querer ver todo mundo dançando em um terremoto provocado pelo Harrp,
Enquanto a televisão lhes prega mentiras sobre a Democracia norte Americana
Um tímido estudioso infeliz feio aperta o botão da máquina da morte,
Viva Nicolai Tesla disparando raios da morte contra o pólo norte!
De ver gente infeliz se alegrando por que têm mais que os outros,
mais poder, mais dinheiro, mais responsabilidades,
Enquanto isso anjos exterminadores marcam suas casas com um número,
E os condenados eram de todas as classes sem contar os amigos dos condenados,
todos sendo sacudidos indo direto pro inferno!
De ler jornal até ficar paranóico
De sentir o cheiro de churrasquinho de carne de gato, de cachorro, salivando fome e não ter dinheiro pra comprar,
De ver as nuvens bonachonas lindas suspensas em um céu azul
De caminhar quilômetros sem dinheiro, sem comida até ficar com bolhas nos pés
De fumar maconha, de beber cachaça até esquecer tudo isso
E então dormir esperando pelo prato de comida,
De comer carne e beber vinho ouvindo um cara falar um monte de bosta sobre os perigos da carne para saúde humana,
De querer lhe falar a minha verdade; Que o Diabo o carregue!
De entender porque se explodem caixas eletrônicos com dinamite barata,
De tentar fazer meditação porque não se consegue sexo,
De fazer exercícios físicos para superar os traumas devido a anos de masturbação para gostosas de filme pornô,
De ter que trepar rápido e em silêncio porque se têm horários para sair, e gente demais na casa..!
De estar de saco cheio das pessoas que te olham na rua,
De orar pra Deus cantando e dançando poesia feito louco implorando por esperança
De trabalhar que nem louco em uma coisa nova
Porque o bom mesmo é fazer coisas difíceis e novas partindo das ruins e velhas,
Não ter que vestir uniforme algum, poder trabalhar naquilo que se gosta
E tranqüilo de cima de uma montanha com os amigos contemplar esse mundo
Sem ter esperanças que ele mude sem violência,
Mundo que só quer fazer as pessoas competirem umas com as outras,
Mundo que violenta os cérebros para transformá-los em
Máquinas de ciúmes, medo, inveja e delírio
Poder contemplar o céu, e buscar com o olhar o paraíso perdido,
Dormir em paz para acordar feliz,
Não desejar nem ser rico mas ter condições para ajudar o pobre,
Desejar apenas vinho, poesias, pescaria e bom sexo debaixo de arvores floridas...
O mel.
As vezes só a ação salva o dia,
Se sentido meio ladrão,
Tipo um assaltante de banco,
Sentado em um monte de notas novinhas e cheirosas,
Mas isso não explica o que sou,
Saltar com meu carro por cima de três quilômetros de congestionamento,
Falar bem alto, com firmeza para meus amigos
Acho que podemos mais!
Abelha voa sem saber como nascem as flores,
Ela só precisa voar...
Nos só precisamos compartilhar utopias.
Se sentido meio ladrão,
Tipo um assaltante de banco,
Sentado em um monte de notas novinhas e cheirosas,
Mas isso não explica o que sou,
Saltar com meu carro por cima de três quilômetros de congestionamento,
Falar bem alto, com firmeza para meus amigos
Acho que podemos mais!
Abelha voa sem saber como nascem as flores,
Ela só precisa voar...
Nos só precisamos compartilhar utopias.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Dedicatória.
Poderia fazer um poema pra ti?
Sim poderia..,
Dorme pensando em trabalhos,
Acorda em greve geral,
Acorda cedo até ver as noticias no jornal,
Pressiona os lábios, volta a dormir,
relaxa,
Pois o que parecia urgente,
Mudou de data...
Mas sob a caneta trabalha,
O teclado não para,
Pois quem sabe faz hora...
Entre pensamentos...
mais tempo para
a menina fazer...palavras, conversas trabalhos e o que quiser
Sim poderia..,
Dorme pensando em trabalhos,
Acorda em greve geral,
Acorda cedo até ver as noticias no jornal,
Pressiona os lábios, volta a dormir,
relaxa,
Pois o que parecia urgente,
Mudou de data...
Mas sob a caneta trabalha,
O teclado não para,
Pois quem sabe faz hora...
Entre pensamentos...
mais tempo para
a menina fazer...palavras, conversas trabalhos e o que quiser
Minha cama.
Os pés foram rápidos
Nas mãos uma inquietação
Olhos dançando no rosto
Em meio a sujeitos
Subindo escadas
Em quatro paredes
Deitar, descansar tranqüilo
Deitar com você
Fugir do tumulto do mundo
Sonhando estar nu no paraíso
Percorrendo praias e florestas,
Na montanha, em cachoeiras..,
mas aqui temos que usar
energia elétrica, isqueiro..,
Entretanto assamos carne,
Bebemos,
E no quarto
Montanhas,
arvores, rios se amansam,
pacificam, se percorrem mutuamente.
Nas mãos uma inquietação
Olhos dançando no rosto
Em meio a sujeitos
Subindo escadas
Em quatro paredes
Deitar, descansar tranqüilo
Deitar com você
Fugir do tumulto do mundo
Sonhando estar nu no paraíso
Percorrendo praias e florestas,
Na montanha, em cachoeiras..,
mas aqui temos que usar
energia elétrica, isqueiro..,
Entretanto assamos carne,
Bebemos,
E no quarto
Montanhas,
arvores, rios se amansam,
pacificam, se percorrem mutuamente.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Balada para uma poética qualquer.
Poesia pode preencher um coração vazio?
O amor próprio pode consolar um homem só?
O pássaro rasga o céu ,
em meio aos prédios postes e cartazes, achando seus caminhos,
O homem, com os olhos vivos, voa com seus pensamentos,
Sente as lágrimas desenharem um rosto salgado...
A poesia é um pedaço bonito do tempo,
Circunscrito no fluxo imenso de fatos, boatos e silêncios,
O rugir de muitas águas...
Como suportar tantas palavras, pessoas, carros e casas?
Tantos olhares agressivos, curvos, curtos e turvos,
que julgam não saber da profundidade do seu nada,
Da angustia, da fome, da tristeza que carregam o mundo
Como se alegrar com tantos amigos, com tantos colegas,
efêmeros como margaridas compradas,
Sempre se achando meio pequeno, feio ou velho demais...
Malvado, vilão ridículo e inofensivo.
O capitalismo me ensinou a ter consciência,
Uma consciência invertida, o negativo da vida,
desejos de consumo consumados.
- “O inferno são os outros”
Mas quando estamos tristes sobra a memória, a revolta das verdades,
Desejos de consumos criticáveis...
O calor da multidão deixa os corações ansiosos por fatos,
Protestos, gritos, nuvem de fumaça!
Acima de nós, das paixões, o Amor poetiza, sentindo cada uma dessas coisas.
O amor próprio pode consolar um homem só?
O pássaro rasga o céu ,
em meio aos prédios postes e cartazes, achando seus caminhos,
O homem, com os olhos vivos, voa com seus pensamentos,
Sente as lágrimas desenharem um rosto salgado...
A poesia é um pedaço bonito do tempo,
Circunscrito no fluxo imenso de fatos, boatos e silêncios,
O rugir de muitas águas...
Como suportar tantas palavras, pessoas, carros e casas?
Tantos olhares agressivos, curvos, curtos e turvos,
que julgam não saber da profundidade do seu nada,
Da angustia, da fome, da tristeza que carregam o mundo
Como se alegrar com tantos amigos, com tantos colegas,
efêmeros como margaridas compradas,
Sempre se achando meio pequeno, feio ou velho demais...
Malvado, vilão ridículo e inofensivo.
O capitalismo me ensinou a ter consciência,
Uma consciência invertida, o negativo da vida,
desejos de consumo consumados.
- “O inferno são os outros”
Mas quando estamos tristes sobra a memória, a revolta das verdades,
Desejos de consumos criticáveis...
O calor da multidão deixa os corações ansiosos por fatos,
Protestos, gritos, nuvem de fumaça!
Acima de nós, das paixões, o Amor poetiza, sentindo cada uma dessas coisas.
Corpo palavra.
Nossas palavras se esgotam,
Pois o bom mesmo é ser natural
Se falei da sua beleza,
É que sou homem...
Querer beijar...
Admirar estático tuas roupas no chão...
Fechar os olhos para deduzir o corpo,
De costas...
Com o calor deduzir cada centímetro
Não pensar no antes, nem no depois
As coisas passam,
Mas neste momento, só o agora,
Espontâneo...
Simplicidade,
Beijando sua bochecha,
Sentido o cheiro do cabelo,
Quietos..!
Parado mexendo em câmera lenta,
Uma alegoria
De uma imagem parada que faz mel...
Que escorre no tronco, arvore e mãos
Chega de palavras...
Te virar de frente olhar nos olhos,
Maciez na boca e suado beijar seus seios,
E sincronizar meus movimentos com tua respiração
Força...um pouco mais forte,
Flores...perfumam o quarto.
No experimento de teclar,
Encontrei você,
Queria discutir teoria, política
mas falamos poesias
Quem diria...você me inspirou alguns poemas...
Deixou com força...
Me excitou, a inspiração se sacia com palavras,
Mas agora só penso no seu corpo,
Deslizando com o meu,
Dedos, línguas...lábio mordidas
Excitação se sacia com carinho e movimentos ,
Até sentir, meu pequeno corpo grande
Sair e entrar devagar até mais rápido
explodir em você, e então
Dormir só se você quiser...
Pois o bom mesmo é ser natural
Se falei da sua beleza,
É que sou homem...
Querer beijar...
Admirar estático tuas roupas no chão...
Fechar os olhos para deduzir o corpo,
De costas...
Com o calor deduzir cada centímetro
Não pensar no antes, nem no depois
As coisas passam,
Mas neste momento, só o agora,
Espontâneo...
Simplicidade,
Beijando sua bochecha,
Sentido o cheiro do cabelo,
Quietos..!
Parado mexendo em câmera lenta,
Uma alegoria
De uma imagem parada que faz mel...
Que escorre no tronco, arvore e mãos
Chega de palavras...
Te virar de frente olhar nos olhos,
Maciez na boca e suado beijar seus seios,
E sincronizar meus movimentos com tua respiração
Força...um pouco mais forte,
Flores...perfumam o quarto.
No experimento de teclar,
Encontrei você,
Queria discutir teoria, política
mas falamos poesias
Quem diria...você me inspirou alguns poemas...
Deixou com força...
Me excitou, a inspiração se sacia com palavras,
Mas agora só penso no seu corpo,
Deslizando com o meu,
Dedos, línguas...lábio mordidas
Excitação se sacia com carinho e movimentos ,
Até sentir, meu pequeno corpo grande
Sair e entrar devagar até mais rápido
explodir em você, e então
Dormir só se você quiser...
Um homem só.
Eu sou mal,
Covarde, e tenho medo
Mas como você pode ver
Estou só,
Tenho andado só,
Tenho sofrido sozinho,
Tenho sentido medo a noite
Não tenho nenhum peito pra descansar minhas lágrimas,
Se eu tivesse uma garota pra mim...
Se eu tivesse amigos...
Todo dia percorro grandes distancias
Meus pés doem,
Meu coração dói também,
Fui mal,
Um homem mal,
Mas sem poder,
Sem dinheiro,
Sem porra nenhuma!
Só com sonhos que se erguem até o delírio!
Por entre jornais e livros.
Meu dia só faz sentido com amor ou ódio,
Nenhum outro sentimento presta,
Nenhuma paixão sem força.
Nenhum ódio sem objeto.
Nenhuma amizade sem amor.
Ando só e queria poder devorar essa solidão
Antes que ela devore minha mente
Andando sob o sol vendo o colorido das roupas,
E a passividade das mentes,
Trabalhadores robôs ,
Policiais robôs,
Programadores de merda,
Um solitário de merda,
Homem mal a caminho do centro
Implorando amor por dentro...
Se eu tivesse uma metralhadora
Seria menos perigoso,
Seria um homem viril, profissional do crime
Com uma coorte de putas
Se eu escrevesse um livro estaria curado da febre de ter que suportar a si mesmo,
Se eu tivesse você de volta,
Agüentando minhas loucuras,
Minhas manias,
Meus sofrimentos,
Seria apenas um trabalhador a caminho de casa
Tomando cerveja gelada de frente pra TV
Pensando em trair você,
como um canalha qualquer.
Antes eu era bravo, sem medo de ser louco,
você me beijava da cabeça aos pés,
eu brigava nas ruas,
no emprego, em casa
eu lutava contra o mundo,
queria ver as cidades virarem pó,
mas era só uma febre,
quando chegava em casa você estava lá,
sabia domar a fera,
você me batia, você gritava comigo, você chorava,
me beijava
e dizia;” eu vou embora...então você vai ver!”
Quando você se foi
chorei...
era tão fraco, frágil
tipo uma criança de colo
senti que devia ter cuidado mais de você,
foi então que vi que forte mesmo é quem ama.
Hoje sua imagem me deixa triste e o verter de lágrimas esquenta meu coração...
E se chorar-se mais alcançaria a redenção
um coração puro.
Covarde, e tenho medo
Mas como você pode ver
Estou só,
Tenho andado só,
Tenho sofrido sozinho,
Tenho sentido medo a noite
Não tenho nenhum peito pra descansar minhas lágrimas,
Se eu tivesse uma garota pra mim...
Se eu tivesse amigos...
Todo dia percorro grandes distancias
Meus pés doem,
Meu coração dói também,
Fui mal,
Um homem mal,
Mas sem poder,
Sem dinheiro,
Sem porra nenhuma!
Só com sonhos que se erguem até o delírio!
Por entre jornais e livros.
Meu dia só faz sentido com amor ou ódio,
Nenhum outro sentimento presta,
Nenhuma paixão sem força.
Nenhum ódio sem objeto.
Nenhuma amizade sem amor.
Ando só e queria poder devorar essa solidão
Antes que ela devore minha mente
Andando sob o sol vendo o colorido das roupas,
E a passividade das mentes,
Trabalhadores robôs ,
Policiais robôs,
Programadores de merda,
Um solitário de merda,
Homem mal a caminho do centro
Implorando amor por dentro...
Se eu tivesse uma metralhadora
Seria menos perigoso,
Seria um homem viril, profissional do crime
Com uma coorte de putas
Se eu escrevesse um livro estaria curado da febre de ter que suportar a si mesmo,
Se eu tivesse você de volta,
Agüentando minhas loucuras,
Minhas manias,
Meus sofrimentos,
Seria apenas um trabalhador a caminho de casa
Tomando cerveja gelada de frente pra TV
Pensando em trair você,
como um canalha qualquer.
Antes eu era bravo, sem medo de ser louco,
você me beijava da cabeça aos pés,
eu brigava nas ruas,
no emprego, em casa
eu lutava contra o mundo,
queria ver as cidades virarem pó,
mas era só uma febre,
quando chegava em casa você estava lá,
sabia domar a fera,
você me batia, você gritava comigo, você chorava,
me beijava
e dizia;” eu vou embora...então você vai ver!”
Quando você se foi
chorei...
era tão fraco, frágil
tipo uma criança de colo
senti que devia ter cuidado mais de você,
foi então que vi que forte mesmo é quem ama.
Hoje sua imagem me deixa triste e o verter de lágrimas esquenta meu coração...
E se chorar-se mais alcançaria a redenção
um coração puro.
Romantismos!
Eu romântico...
De te ver em passos,
Teus cabelos bonitos,
Seu sorriso,
Poderia elogiar tua beleza mas para quê?
Não acredito em metafísica..!
Ah uma beleza...
Mas é imagem,
Beleza verdadeira é que se toca e constrói com as mãos,
ou se constrói com lábios e palavras,
conhecimento prático,
E tudo isso junto faz a luz brilhar,
Não a luz do sol sobre o seu corpo nu,
mas a luz dos seus olhos nos meus olhos,
Do sorriso,
Do singelo atender de olhar...
No banco de concreto,
A menina se senta ao fundo,
Janelas do prédio são pano de fundo!
Formas que se perdem,
Pois olhos, corpo, fazem o centro da imagem maravilhosamente viva,
Montagem, roupa,
E sonhos...
De te ver em passos,
Teus cabelos bonitos,
Seu sorriso,
Poderia elogiar tua beleza mas para quê?
Não acredito em metafísica..!
Ah uma beleza...
Mas é imagem,
Beleza verdadeira é que se toca e constrói com as mãos,
ou se constrói com lábios e palavras,
conhecimento prático,
E tudo isso junto faz a luz brilhar,
Não a luz do sol sobre o seu corpo nu,
mas a luz dos seus olhos nos meus olhos,
Do sorriso,
Do singelo atender de olhar...
No banco de concreto,
A menina se senta ao fundo,
Janelas do prédio são pano de fundo!
Formas que se perdem,
Pois olhos, corpo, fazem o centro da imagem maravilhosamente viva,
Montagem, roupa,
E sonhos...
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Sobre a imensidão do Céu acima de ti.
Também as estrelas se esconderam por de traz de n-gigatons de energia,
dissipadas por um passado imemorial.
Também tivemos a impressão errônea de tratar o Céu como uma bola de cristal.
Espelho de nós mesmos.
Os satélites, as câmeras, o painel da bolsa, um marsupial se esgueirando a noite em um deserto na Austrália. Câmera de visão noturna.
Um talebã com um fuzil fumando naguilé,
Sob o céu límpido da abóboda celeste,
por entre montanhas, cavernas e abismos, desertos e inimigos.
Estrelas no fim dos tempos vigiam o homem.
dissipadas por um passado imemorial.
Também tivemos a impressão errônea de tratar o Céu como uma bola de cristal.
Espelho de nós mesmos.
Os satélites, as câmeras, o painel da bolsa, um marsupial se esgueirando a noite em um deserto na Austrália. Câmera de visão noturna.
Um talebã com um fuzil fumando naguilé,
Sob o céu límpido da abóboda celeste,
por entre montanhas, cavernas e abismos, desertos e inimigos.
Estrelas no fim dos tempos vigiam o homem.
O bom combate!
Toque minha mão
Beije meu rosto
Juntos cantando, vendo o orvalho
Sublimar em um arco-íris
Caminhando junto com o povo
Te ensinando a lutar
Vamos vingar as lágrimas da criança pobre que chora de fome
Vamos vingar o choro e o coração apertado da mãe também,
que chora escondida.
Caminhando juntos, sem medo
O Amor do alto nos protege com suas lágrimas...
Bem...acho que chegamos ao fim,
Não ao nada,
Acho que fomos corajosos um dia.
Eu queria ser melhor,
Queria que vc fosse minha rainha
E eu seu rei, por um ciclo solar
Poder te olhar sem culpa
Pra vc me olhar sem culpa
Ver aviões em um céu repleto de nuvens
Te ver em um Céu azul
Ei acho que fizemos muita coisa errada
Eu roubei seu tempo demais
Você controlou meus pensamentos por muito tempo
Queria descansar por sob as galáxias, por sob o tempo
Secar cada lágrima...
Ei aonde estão aqueles vagabundos,
O órfão pede esmolas nas ruas
O que existe nessa via de mão única?
Carros nos fizeram parar,
Poderíamos ter furado os pneus,
Ou com um pouco e gasolina fazer tudo brilhar...
Não quero te ver virar vilã,
A vida vale mais que carros e cigarros,
Se a opressão vier,
Eu tenho como fazer as coisas virarem.
Ele andava olhando para revolução
ele tinha visões
ele era pobre
ele queria vencer a si mesmo
mas não conseguia
tentava
será que o grande segredo era esse?
no fundo ele não tinha ambição alguma
ele dançava nas festas
ele gritava coisas tolas bêbado
ele fazia as mulheres chorarem
ele dançava na festa
elas dançavam com ele
eles dançavam juntos
sonhando ver o dia da vitória
ele não se enganava
quando dizia;" isso vai acabar mal"
acabava mal
mas porque ele não vencia?
porque não vencia a si mesmo?
Um dia ele abandonou tudo
passado
presente
futuro
para chegar a um novo passado
para ver tal como sol, a alvorada bela...
Deixar as coisas que te puxam pra baixo
sentimentos, desejos, idéias, pessoas
mas principalmente uma vontade danada
de querer curtir o tempo como se ele fosse cerveja!
Toque minha mão
Beije meu rosto
Juntos cantando, vendo o orvalho
Sublimar em um arco-íres
Caminhando junto com o povo
Te ensinando a lutar
Vamos vingar as lágrimas da criança pobre que chora de fome
Vamos vingar o choro e o coração apertado da mãe também, que chora escondida para não desolar seus filhos...
Caminhando juntos, sem medo
O Amor do alto nos protege com suas lágrimas...
Ele sorriu pra nós.
Beije meu rosto
Juntos cantando, vendo o orvalho
Sublimar em um arco-íris
Caminhando junto com o povo
Te ensinando a lutar
Vamos vingar as lágrimas da criança pobre que chora de fome
Vamos vingar o choro e o coração apertado da mãe também,
que chora escondida.
Caminhando juntos, sem medo
O Amor do alto nos protege com suas lágrimas...
Bem...acho que chegamos ao fim,
Não ao nada,
Acho que fomos corajosos um dia.
Eu queria ser melhor,
Queria que vc fosse minha rainha
E eu seu rei, por um ciclo solar
Poder te olhar sem culpa
Pra vc me olhar sem culpa
Ver aviões em um céu repleto de nuvens
Te ver em um Céu azul
Ei acho que fizemos muita coisa errada
Eu roubei seu tempo demais
Você controlou meus pensamentos por muito tempo
Queria descansar por sob as galáxias, por sob o tempo
Secar cada lágrima...
Ei aonde estão aqueles vagabundos,
O órfão pede esmolas nas ruas
O que existe nessa via de mão única?
Carros nos fizeram parar,
Poderíamos ter furado os pneus,
Ou com um pouco e gasolina fazer tudo brilhar...
Não quero te ver virar vilã,
A vida vale mais que carros e cigarros,
Se a opressão vier,
Eu tenho como fazer as coisas virarem.
Ele andava olhando para revolução
ele tinha visões
ele era pobre
ele queria vencer a si mesmo
mas não conseguia
tentava
será que o grande segredo era esse?
no fundo ele não tinha ambição alguma
ele dançava nas festas
ele gritava coisas tolas bêbado
ele fazia as mulheres chorarem
ele dançava na festa
elas dançavam com ele
eles dançavam juntos
sonhando ver o dia da vitória
ele não se enganava
quando dizia;" isso vai acabar mal"
acabava mal
mas porque ele não vencia?
porque não vencia a si mesmo?
Um dia ele abandonou tudo
passado
presente
futuro
para chegar a um novo passado
para ver tal como sol, a alvorada bela...
Deixar as coisas que te puxam pra baixo
sentimentos, desejos, idéias, pessoas
mas principalmente uma vontade danada
de querer curtir o tempo como se ele fosse cerveja!
Toque minha mão
Beije meu rosto
Juntos cantando, vendo o orvalho
Sublimar em um arco-íres
Caminhando junto com o povo
Te ensinando a lutar
Vamos vingar as lágrimas da criança pobre que chora de fome
Vamos vingar o choro e o coração apertado da mãe também, que chora escondida para não desolar seus filhos...
Caminhando juntos, sem medo
O Amor do alto nos protege com suas lágrimas...
Ele sorriu pra nós.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Panótico.
Por entre vapores e relâmpagos
Em meio a multidão e gás lacrimogêneo
Através de jornais, revistas, panfletos
A tela teima em esconder as ruas
Por cima do Céu azul, fotos, jornais, espiões...
Um raio lazer dividindo um tanque de guerra em dois
Um casal se beija no bosque
Abraçados por um ar quase puro, por uma brisa quase fresca
Malhas de ruas e muros
Ilha de calor, de espelhos e escadas.
Em meio a multidão e gás lacrimogêneo
Através de jornais, revistas, panfletos
A tela teima em esconder as ruas
Por cima do Céu azul, fotos, jornais, espiões...
Um raio lazer dividindo um tanque de guerra em dois
Um casal se beija no bosque
Abraçados por um ar quase puro, por uma brisa quase fresca
Malhas de ruas e muros
Ilha de calor, de espelhos e escadas.
Balada pra um dia feliz.
De ver minha geração se imbecilizando de tanto assistir televisão,
De ver todo mundo se ferrando comprando a roupa da moda,
De ver minha geração se violentando querendo as mesmas malditas coisas
De andar bêbado sozinho querendo uma mísera conversa inteligente
De sentir ódio e ver pessoas felizes segurando seus malditos celulares de um salário mínimo,
De querer ver todo mundo dançando em um terremoto provocado pelo Harrp,
Enquanto a televisão lhes prega mentiras sobre a Democracia norte Americana
Um tímido estudioso infeliz feio aperta o botão da máquina da morte,
Viva Nicolai Tesla disparando raios da morte contra o pólo norte!
De ver gente infeliz se alegrando por que têm mais que os outros,
mais poder, mais dinheiro, mais responsabilidades,
Enquanto isso anjos exterminadores marcam suas casas com um número,
E os condenados eram de todas as classes sem contar os amigos dos condenados,
todos sendo sacudidos indo direto pro inferno!
De ler jornal até ficar paranóico
De sentir o cheiro de churrasquinho de carne de gato, de cachorro, salivando fome e não ter dinheiro pra comprar,
De ver as nuvens bonachonas lindas suspensas em um céu azul
De caminhar quilômetros sem dinheiro, sem comida até ficar com bolhas nos pés
De fumar maconha, de beber cachaça até esquecer tudo isso
E então dormir esperando pelo prato de comida,
De comer carne e beber vinho ouvindo um cara falar um monte de bosta sobre os perigos da carne para saúde humana,
De querer lhe falar a minha verdade; Que o Diabo o carregue!
De entender porque se explodem caixas eletrônicos com dinamite barata,
De tentar fazer meditação porque não se consegue sexo,
De fazer exercícios físicos para superar os traumas devido a anos de masturbação para gostosas de filme pornô,
De ter que trepar rápido e em silêncio porque se têm horários para sair, e gente demais na casa..!
De estar de saco cheio das pessoas que te olham na rua,
De orar pra Deus cantando e dançando poesia feito louco implorando por esperança
De trabalhar que nem louco em uma coisa nova
Porque o bom mesmo é fazer coisas difíceis e novas partindo das ruins e velhas,
Não ter que vestir uniforme algum, poder trabalhar naquilo que se gosta
E tranqüilo de cima de uma montanha com os amigos contemplar esse mundo
Sem ter esperanças que ele mude sem violência,
Mundo que só quer fazer as pessoas competirem umas com as outras,
Mundo que violenta os cérebros para transformá-los em
Máquinas de ciúmes, medo, inveja e delírio
Poder contemplar o céu, e buscar com o olhar o paraíso perdido,
Dormir em paz para acordar feliz,
Não desejar nem ser rico mas ter condições para ajudar o pobre,
Desejar apenas vinho, poesias, pescaria e bom sexo debaixo de arvores floridas...
De ver todo mundo se ferrando comprando a roupa da moda,
De ver minha geração se violentando querendo as mesmas malditas coisas
De andar bêbado sozinho querendo uma mísera conversa inteligente
De sentir ódio e ver pessoas felizes segurando seus malditos celulares de um salário mínimo,
De querer ver todo mundo dançando em um terremoto provocado pelo Harrp,
Enquanto a televisão lhes prega mentiras sobre a Democracia norte Americana
Um tímido estudioso infeliz feio aperta o botão da máquina da morte,
Viva Nicolai Tesla disparando raios da morte contra o pólo norte!
De ver gente infeliz se alegrando por que têm mais que os outros,
mais poder, mais dinheiro, mais responsabilidades,
Enquanto isso anjos exterminadores marcam suas casas com um número,
E os condenados eram de todas as classes sem contar os amigos dos condenados,
todos sendo sacudidos indo direto pro inferno!
De ler jornal até ficar paranóico
De sentir o cheiro de churrasquinho de carne de gato, de cachorro, salivando fome e não ter dinheiro pra comprar,
De ver as nuvens bonachonas lindas suspensas em um céu azul
De caminhar quilômetros sem dinheiro, sem comida até ficar com bolhas nos pés
De fumar maconha, de beber cachaça até esquecer tudo isso
E então dormir esperando pelo prato de comida,
De comer carne e beber vinho ouvindo um cara falar um monte de bosta sobre os perigos da carne para saúde humana,
De querer lhe falar a minha verdade; Que o Diabo o carregue!
De entender porque se explodem caixas eletrônicos com dinamite barata,
De tentar fazer meditação porque não se consegue sexo,
De fazer exercícios físicos para superar os traumas devido a anos de masturbação para gostosas de filme pornô,
De ter que trepar rápido e em silêncio porque se têm horários para sair, e gente demais na casa..!
De estar de saco cheio das pessoas que te olham na rua,
De orar pra Deus cantando e dançando poesia feito louco implorando por esperança
De trabalhar que nem louco em uma coisa nova
Porque o bom mesmo é fazer coisas difíceis e novas partindo das ruins e velhas,
Não ter que vestir uniforme algum, poder trabalhar naquilo que se gosta
E tranqüilo de cima de uma montanha com os amigos contemplar esse mundo
Sem ter esperanças que ele mude sem violência,
Mundo que só quer fazer as pessoas competirem umas com as outras,
Mundo que violenta os cérebros para transformá-los em
Máquinas de ciúmes, medo, inveja e delírio
Poder contemplar o céu, e buscar com o olhar o paraíso perdido,
Dormir em paz para acordar feliz,
Não desejar nem ser rico mas ter condições para ajudar o pobre,
Desejar apenas vinho, poesias, pescaria e bom sexo debaixo de arvores floridas...
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Com paixão.
Mais um dia de silêncio,
Nem tanto de palavras,
mas de ajuda mutua,
Feliz agora pois nos encontramos
Pegue minha mão,
Agora compartilharemos versos...
Nem tanto de palavras,
mas de ajuda mutua,
Feliz agora pois nos encontramos
Pegue minha mão,
Agora compartilharemos versos...
O mel.
As vezes só a ação salva o dia,
Se sentido meio ladrão,
Tipo um assaltante de banco,
Sentado em um monte de notas novinhas e cheirosas,
Mas isso não explica o que sou,
Saltar com meu carro por cima de três quilômetros de congestionamento,
Falar bem alto, com firmeza para meus amigos
Acho que podemos mais!
Abelha voa sem saber como nascem as flores,
Ela só precisa voar...
Nos só precisamos compartilhar utopias.
Se sentido meio ladrão,
Tipo um assaltante de banco,
Sentado em um monte de notas novinhas e cheirosas,
Mas isso não explica o que sou,
Saltar com meu carro por cima de três quilômetros de congestionamento,
Falar bem alto, com firmeza para meus amigos
Acho que podemos mais!
Abelha voa sem saber como nascem as flores,
Ela só precisa voar...
Nos só precisamos compartilhar utopias.
Sobre o descanso do dia.
Meu olhar atravessou o caos da sala,
Depois do trabalho,
Corpo cansado,
meio de mau humor, ainda ansioso...
Mas por dentro, ainda em mim, todos os sonhos coloridos,
Sorriso em rosto de menino arteiro,
A garota na rua não pede permissão para ser linda,
Meu amor pode ainda amar
Meu salário pode acabar,
Mas mês ele vêm,
E em uma tarde repleta de lutas,
Uma brisa levanta ao longe a saia da princesa,
O copo de cerveja gelado, cravado de gotas de água
expressa o lindo dourado do sol...
Depois do trabalho,
Corpo cansado,
meio de mau humor, ainda ansioso...
Mas por dentro, ainda em mim, todos os sonhos coloridos,
Sorriso em rosto de menino arteiro,
A garota na rua não pede permissão para ser linda,
Meu amor pode ainda amar
Meu salário pode acabar,
Mas mês ele vêm,
E em uma tarde repleta de lutas,
Uma brisa levanta ao longe a saia da princesa,
O copo de cerveja gelado, cravado de gotas de água
expressa o lindo dourado do sol...
sábado, 4 de fevereiro de 2012
xadrez
I
As ruas depois da chuva parecem mais vivas,
Todo mundo respirando um ar quase puro,
Com o olhar voltado para a beleza dos corpos,
Uma miríade colorida de imagens na mente,
Do trabalho, dos protestos, queremos mesmo é resultado,
Sentir feliz a consumação do prazer trabalhado, da jogada planejada
É como se fosse xadrez só que têm mais peças
Uma maior aleatoriedade,
Mais casas,
Moças e moços,
Crianças,
E dinheiro envolvido,
Mas é como xadrez,
é só tomar o centro pra vencer,
Calcular o movimento dos competidores,
Prever seus erros e se desviar dos seus acertos,
Evitando assim meus erros
Mas é como se fosse xadrez,
E não me adianta falar,
Que não têm sentimentos,
Que é frio e calculista,
na minha estratégia somo a sua e as minhas emoções
É como se fosse xadrez,
O cheque mate, ora é seu ora é meu
Jogo acabado, acaba reiniciado...
II
De fato é o Amor, ele é anterior ao xadrez
Dele nasce a verdade, e o xadrez
E os sonhos de esperança que atravessam o dia
Alegria,
Hinos a Alegria pela vitória, sorte no jogo azar no amor
Sabedoria do jogo é tanto se mover,
Como ficar parado,
Longe dos canalhas,
Dos cães e dos ladrões!
Melhor ficar no meio dos que não sabem de nada,
Ou daqueles que são roucos por gritarem em busca de justiça,
Só sabe o que é verdade quem sente na pele o sofrimento alheio,
A dívida no banco, os juros, o abandono, a solidão cercada de telas!
Abaixo o capital financeiro!
Com suas vitrines que prometem crédito fácil,
No fundo o que importa é ter dignidade,
Descansar,
Dormir tranqüilo,
Meditar os dias,
Bons ou maus...
Saber jogar xadrez não explica o amor!
Mas explica o raciocínio do banqueiro
Por isso a vida as vezes parece xadrez, mas é mais poética,
É mais paradoxal.
As ruas depois da chuva parecem mais vivas,
Todo mundo respirando um ar quase puro,
Com o olhar voltado para a beleza dos corpos,
Uma miríade colorida de imagens na mente,
Do trabalho, dos protestos, queremos mesmo é resultado,
Sentir feliz a consumação do prazer trabalhado, da jogada planejada
É como se fosse xadrez só que têm mais peças
Uma maior aleatoriedade,
Mais casas,
Moças e moços,
Crianças,
E dinheiro envolvido,
Mas é como xadrez,
é só tomar o centro pra vencer,
Calcular o movimento dos competidores,
Prever seus erros e se desviar dos seus acertos,
Evitando assim meus erros
Mas é como se fosse xadrez,
E não me adianta falar,
Que não têm sentimentos,
Que é frio e calculista,
na minha estratégia somo a sua e as minhas emoções
É como se fosse xadrez,
O cheque mate, ora é seu ora é meu
Jogo acabado, acaba reiniciado...
II
De fato é o Amor, ele é anterior ao xadrez
Dele nasce a verdade, e o xadrez
E os sonhos de esperança que atravessam o dia
Alegria,
Hinos a Alegria pela vitória, sorte no jogo azar no amor
Sabedoria do jogo é tanto se mover,
Como ficar parado,
Longe dos canalhas,
Dos cães e dos ladrões!
Melhor ficar no meio dos que não sabem de nada,
Ou daqueles que são roucos por gritarem em busca de justiça,
Só sabe o que é verdade quem sente na pele o sofrimento alheio,
A dívida no banco, os juros, o abandono, a solidão cercada de telas!
Abaixo o capital financeiro!
Com suas vitrines que prometem crédito fácil,
No fundo o que importa é ter dignidade,
Descansar,
Dormir tranqüilo,
Meditar os dias,
Bons ou maus...
Saber jogar xadrez não explica o amor!
Mas explica o raciocínio do banqueiro
Por isso a vida as vezes parece xadrez, mas é mais poética,
É mais paradoxal.
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